segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Manuel da Maia

Nasceu em Lisboa,1680 e terá falecido em 1768.

Manuel da Maia, engenheiro militar foi encarregado-pelo Marquês de Pombal
Ministro de Rei d. José, de dirigir a reconstrução de Lisboa aquando da destruição
provocada pelo Terramoto de 1755.

Manuel da Maia, era ao tempo militar com o posto de General e simultaneamente o
Engenheiro-Mor do Reino. Para desenvolver essa tarefa seleccionou oficiais engenheiros e praticantes da Academia Militar de modo a poder apresentar as



Plantas de reconstrução da baixa da cidade.
O sismo teve o epicentro no mar, a oeste do estreito de Gibraltar, atingiu o
Grau 8,6 na escala de Richter e o abalo mais forte durou sete intermináveis minutos .
Por ser Sábado, acorreram mais pessoas às preces. As igrejas tínhamos devotos mais
madrugadores. Só na igreja da trindade estavam 400 pessoas. Se os abalos tivessem
começado mais tarde, teria havido mais vitimas, pois os aristocratas e burgueses iam à
missa das 11 horas. Depois dos abalos, começaram as derrocadas. O Tejo recusou e
depois as ondas alterosas tudo destruíam a montante do Terreiro do paço e não só. Era
o fim do mundo!” Os incêndios lavaram por grande parte da cidade durante intermináveis dias.



Foram dias de terror. As igrejas do chiado e os conventos ficaram destruídas. A capital
do império viu-se em ruínas, já para não falar de outras zonas do país como o Algarve,
muitíssimo atingida pelo sismo e maremotos subsequentes. Do convento do Carmo,
construído ao longo de mais de trinta anos e terminado, provavelmente, em 1422, com o
empenho e verbas do Condestável Nuno Álvares Pereira, sobrou um amontoando de
ruínas. A comunidade italiana que mandara construir a igreja do Loreto viu cair o sino da torre, e, de seguida, o incêndio tudo consumiu. Ficaram os escombros. Quando
às igrejas da trindade e do sacramento desapareceram.«O sacramento das 17 freguesias
que sobre a ruína do abalo sofreram o estrago do incêndio, foi das mais destroçadas nessas horas funestas.» Não foi poupado o antigo convento do Espíritos Santo, que
haveria de transformar-se nos Armazéns do Chiado e Grandela. As ruínas do Convento
do Éspirito Santo foram depois compradas por um argentário, conhecido por Manuel
dos contos, mais tarde barão dos Barcelinhos e depois visconde. A filha única casou
com o2 visconde de Oguela, que foi proprietário do edifício até ao dia em que o vendeu
para ser transformado nos hotéis Europa, Gibraltar, Universal, ( tão falado em ´´ Os
Maias ´´ de Eça de Queirós)e hotel dos embaixadores, que já não existem. Sofreram
um grande incêndio, em Setembro de 1880. em 1894, os armazéns do Chiado adquiriram a parte central. Outro incêndio, o de Agosto de 1988 destuiu por completo
aquele espaço. Os mais céptico não acreditaram que o Chiado renascesse, mas ficou
provado que ele tem “ para viver e atrair a si tudo e todos.

Entre as medidas que se salientam na reconstrução total de toda a zona destruída.
Por isso todos os edifícios foram deitados abaixo e se atracou uma nova cidade de um modo ainda no presente pode ser verificado já que se encontrou toda a zona que conhecida com baixa Pombalina. Serrão Pimental, por exemplo, recomenda no seu tratado que no centro da Fortaleza ou povoação se deve deixar um terreiro ou praça grande que deve ser a principal de armas, e de onde irromperão umas ruas direitas aos Baluartes e com lados paralelos ás cortinas da fortição regular. Para além da ortugonalidade utilizada . Para inicio o mais rapidamente á resconstrução apressse a propor demolição da.









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